16/05/2008
Multa rescisória alta impede retorno de Levir Culpi ao comando do Galo
Treinador, atualmente no Cerezo Osaka, foi procurado pela diretoria atleticana na madrugada desta quinta
Globoesporte.com No Rio de Janeiro
A diretoria do Atlético-MG tentou, mas a alta multa rescisória com o Cerezo Osaka impediu que o clube mineiro acertasse o retorno de Levir Culpi como substituto de Geninho, que se demitiu na noite desta quarta.
Levir esteve à frente do Galo na conquista da Série B, em 2006, e do Mineiro, em 2007, e foi o primeiro a ser procurado pelos atleticanos, já na madrugada seguinte à eliminação do Galo da Copa do Brasil, na derrota por 2 a 0 para o Botafogo.
Com isso, o Galo segue em busca de um treinador e pode ter o auxiliar técnico Marcelo Oliveira à beira do gramado neste domingo, quando enfrenta o Goiás, no Serra Dourada, pela segunda rodada do Brasileirão.
Procurador-geral do STJD quer dar fim aos jogos com portões fechados
Paulo Schmitt entra com ação e sugere alterações no artigo que regula a perda de mando de campo como punição para incidentes em estádios
Globoesporte.com No Rio de Janeiro
Nesta quarta-feira, o procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Paulo Schmitt, entrou com uma Ação Declaratória para anular o artigo do Regulamento de Competições da CBF, que impõe que clubes punidos com a perda do mando de campo joguem com portões fechados, de acordo com informações do jornal “O Dia”.
- Os portões fechados não conseguiram acabar com fatos lamentáveis nos estádios, como o desrespeito ao torcedor, que aconteceu no desabamento de parte da arquibancada da Fonte Nova, em Salvador, ou mesmo no episódio do incêndio do Estádio Olímpico, no Gre-Nal, em 2006. Além disso, os clubes sofrem um imenso prejuízo financeiro com a norma, e fica um vazio muito grande ver um estádio, como ocorreu com o Maracanã, sem os torcedores – explica o procurador, em entrevista ao jornal carioca.
Schmitt questiona, também, os critérios que punem os clubes da mesma maneira em casos de confusão generalizada nas arquibancadas e quando objetos são atirados no gramado ou quando há invasão de campo. A expectativa é de que a ação seja encaminhada para análise do Tribunal Pleno.
A crítica do procurador é complementada pela sugestão de que os clubes envolvidos em incidentes em seus estádios fossem obrigados a atuar fora de casa, mas sem que o público seja privado do espetáculo.
- Os clubes deveriam poder jogar com portões abertos, mas fora de sua área de desporto. Caberia à CBF decidir o local e a distância mínima de sua praça de desporto para a realização dos futuros jogos com perda de mando de campo - conclui.
Colorados
Brasileirão vale o centenário para o Inter
Eliminação na Copa do Brasil tirou o clube colorado do caminho mais curto para chegar à Libertadores na temporada em que completa 100 anos
Alexandre Alliatti Enviado especial do GLOBOESPORTE.COM, em Recife
- Vamos fortes para o Campeonato Brasileiro. Conseguimos vencer na estréia (1 a 0 sobre o Vasco) depois de dez anos. Vamos seguir nessa caminhada. Se seguíssemos na Copa do Brasil, estabeleceríamos uma prioridade, porque faltariam apenas quatro jogos. Agora, com a eliminação, o Brasileirão é nossa prioridade máxima - diz o presidente Vitório Piffero.
O Inter volta a campo domingo, em São Paulo, contra o Palmeiras, certamente um dos favoritos ao título. Para cumprir a missão de ir à Libertadores, o Colorado precisa ficar entre os quatro primeiros, mas a ambição é maior. O Inter não conquista o Brasileirão desde 1979. Recentemente, em 2006 e 2007, foi vice.
Grêmio X Flamengo
'Videocassetada' pode tirar Bruno do duelo de domingo, no Olímpico
Goleiro sente dores nas costas e será reavaliado no Rio Grande do Sul
Eduardo Peixoto Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Um lance inusitado no treino tático desta quinta-feira pode ter conseqüências desagradáveis ao Flamengo. O lateral-direito Leo Moura recuou para Bruno erradamente, a bola bateu na trave e sobrou livre para Obina marcar. Tudo seria apenas uma "videocassetada" se o goleiro não tivesse exagerado no esforço de evitar o gol.
Bruno caiu no chão reclamando de dores e foi atendido pelo médico Walter Martins. Depois, ele retornou à atividade dando a impressão de que estava 100%.
Porém, ao deixar o clube na noite de quinta-feira, demonstrou preocupação.
- Esta doendo bastante. Tive até que tomar injeção. Acho que foi um estiramento - diz.
Porém, a lesão não foi tão grave assim. O camisa 1 rubro-negro, na verdade, teve uma lombalgia. Ele será reavaliado nesta sexta-feira e viaja para o Rio Grande do Sul com a delegação. Caso não possa entrar em campo, Diego será o titular na partida contra o Grêmio, domingo, no Olímpico.
15/05/2008
Inter deixa Recife em silêncio após eliminação na Copa do Brasil

Grupo mostrou frustração com a derrota de 3 a 1 para o Sport
Sorrisos foram artigo raro no Aeroporto de Guararapes, em Recife, na madrugada desta quinta-feira. Os jogadores do Inter chegaram ao local por volta de 2h30min. O embarque para Porto Alegre seria uma hora depois.
De acordo com o Globoesporte.com, a frustração pela derrota de 3 a 1 para o Sport e conseqüente eliminação na Copa do Brasil estava estampada no rosto dos atletas. Os jogadores chegaram em silêncio e, no saguão, falaram apenas o necessário.
Fonte: clic esportes
14/05/2008
Time do Grêmio está definido para enfrentar o Flamengo

Roth repetirá escalação da estréia e diz que seu esquema preferencial é o 4-3-3
O grupo de jogadores do Grêmio realizou um trabalho técnico na tarde desta terça-feira e Celso Roth encaminhou a equipe para enfrentar o Flamengo no domingo, às 16h, no Estádio Olímpico. Como estava previsto, o time será o mesmo que entrou em campo para a estréia no Brasileirão no último sábado, contra o São Paulo.
Após o trabalho, Roth disse que o esquema com três zagueiros é bastante produtivo para uma equipe que busca afirmação, pois a sobra de um zagueiro dá mais segurança defensiva ao time. O treinador revelou que seu esquema preferencial é o 4-3-3, que só conseguiu utilizar quando era treinador do Caxias, no início da carreira.
– No caso do Grêmio, eu só vinha insistindo com o 4-4-2 pois fazia uma previsão para o futuro. O Willian Magrão estava fora, mas o Amaral e o Makelelê chegaram muito em cima da estréia. Então acabei optando pelo Pereira e, graças a Deus, deu certo – disse Roth.
O treinador gremista já revelou que pode utilizar Tcheco e Roger na mesma equipe, sem que o time perca poder de marcação. Com a provável saída de Eduardo Costa na metade do ano, o meio-campo gremista a partir de agosto no esquema 4-4-2 deve ser formado por Rafael Carioca, William Magrão, Tcheco e Roger.
Já se a equipe seguir atuando no 3-5-2, Tcheco entra no lugar de William Magrão ou de Rafael Carioca. O certo é que o capitão da equipe vice-campeão da Libertadores no ano passado será titular.
O ataque ainda não está definido. Com a má fase vivida por Perea, não se pode afirmar que o colombiano seguirá como titular da equipe por muito tempo. O centroavante Marcel deve ser anunciado nos próximos dias como novo reforço do clube. O jogador vestiu a camiseta tricolor no Brasileirão do ano passado, quando marcou cinco gols em 17 partidas.
– Eu não o acompanhei aqui no Grêmio, mas quando o Marcel esteve no Coritiba mostrou qualidades que o levaram à Seleção. É um jogador de área, com as características idênticas a que nos falta – define Celso Roth, lembrando dos tempos em que o jogador atuou no futebol paranaense e fez 20 gols em 21 jogos no Brasileirão de 2003.
O atacante Reinaldo voltou a trabalhar com bola depois de mais de um mês lesionado, mas não deve ser utilizado no jogo contra o Flamengo.
RÁDIO GAÚCHA E CLICRBS13/05/2008
Caniggia nega que Brasil tenha tomado 'água batizada' na Copa de 1990

Apesar de Diego Maradona já ter confirmado várias vezes que os argentinos deram "água batizada" para os jogadores do Brasil na Copa do Mundo de 1990, como acusou o lateral-esquerdo Branco na época, Claudio Caniggia, o carrasco do time de Sebastião Lazaroni, nega qualquer tipo de armação para vencer os brasileiros.
Depois de muito tempo longe da imprensa, o ex-atacante, que está morando em Marbella (cidade no litoral sul da Espanha), concedeu uma entrevista ao jornal espanhol "Sur" e falou sobre os principais temas de sua carreira. Entre eles, claro, a partida das oitavas-de-final do Mundial na Itália. Com um gol de Caniggia, a Argentina venceu por 1 a 0 e eliminou o Brasil.
- Foi o gol mais importante da minha carreira. Há uma rivalidade enorme com eles - diz o argentino, para depois responder à pergunta sobre a "água batizada": - Não, nós não envenenamos ninguém. Vencemos no campo. Não prejudicamos ninguém.
O repórter insiste no tema, dizendo ao ex-jogador que ele então assumia que algo de diferente aconteceu. Canniggia ri e nega:
- Não, não houve nada (risos). Não acreditem em Maradona, que eu acho já ter dito isso uma vez.
Ainda sobre Copas do Mundo, o argentino diz que sua maior decepção na carreira foi nunca ter vencido uma. Em 1990, não pôde nem jogar a decisão com a Alemanha, pois estava suspenso. A Argentina perdeu.
- Atuei as seis primeiras partidas e, modéstia à parte, estava muito bem. Faria coisas diferentes na final.
Por fim, Caniggia analisa os novos nomes do futebol. Em especial, os argentinos Messi e Agüero.
- Não dá para dizer de quem eu gosto mais, pois são posições diferentes. Mas serão a chave para dar algo a Argentina nos próximos dez anos.
Afastados três árbitros e um assistente
Presidente da Conaf se irrita com os erros na primeira rodada do Brasileiro.
O presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Sérgio Corrêa da Silva, começou a agir logo na primeira rodada do Campeonato Brasileiro das Séries A e B, afastando três árbitros e um assistente. Eles ficarão fora dos sorteios das próximas rodadas.
Segundo o diário "Lance!", os árbitros afastados foram Ricardo Marques Ribeiro, de Minas Gerais, que apitou Coritiba 2 x 0 Palmeiras; Wallace Valente, do Espírito Santo, que dirigiu Atlético-MG 0 x 0 Fluminense; e Gutemberg de Paula Fonseca, do Rio de Janeiro, que comandou a estréia do Corinthians na Série B, com uma vitória de 3 a 2 sobre o CRB-AL.
O assistente afastado foi Ednílson Corona, de São Paulo, que faz parte do quadro da Fifa. Corona apontou equivocadamente um impedimento do atacante Carlinhos Bala, do Sport, no que seria o gol de empate do clube pernambucano na derrota de 2 a 0 para o Botafogo (assista no vídeo ao lado).
- Se eles quiserem pagar para ver, eles vão pagar! Tomaremos medidas drásticas. Quem não cumprir as determinações ficará fora. Não gostei do que vi, me irritou profundamente - afirma Sérgio Corrêa da Silva, numa entrevista à rádio Itatiaia, de Belo Horizonte.
Vexame do Fla e fracasso passado são lições para São Paulo
Marcos Guedes
"Depois do que aconteceu com o Flamengo contra os mexicanos, não tem esse negócio de resultado tranqüilo. A gente quer é vencer, diante de nossa torcida, para buscar a classificação na semana que vem, lá no Rio de Janeiro", disse o meio-campista Hernanes.
Além do vexame rubro-negro - o time podia perder por 2 a 0 para o América-MEX, no Maracanã, mas tomou três gols do lanterna do Campeonato Mexicano -, os são-paulinos têm outra lição fresca na memória. A recordação é das oitavas-de-final da Libertadores de 2007.
"Ganhamos por 1 a 0 do Grêmio no Morumbi e acabamos sendo surpreendidos no Olímpico. A gente não foi muito feliz nas vezes em que tentou segurar o resultado", acrescentou Hernanes, que citou também situação semelhante na semifinal do Campeonato Paulista deste ano, vencida pelo Palmeiras.
Apesar dos problemas enfrentados quando estava na frente em situações de mata-mata, o São Paulo, é claro, quer construir um bom placar no confronto de ida contra o Fluminense. A idéia é jogar a pressão para o lado carioca no segundo e decisivo embate, marcado para o Maracanã.
"Em casa, a gente tem uma força muito grande. Queremos vencer por qualquer placar, mas o ideal é ganhar sem levar nenhum gol", afirmou Hernanes, satisfeito com os mais de 40 mil ingressos vendidos para a partida desta quarta. A expectativa é de casa cheia.
Para Alex Silva, o apoio dos torcedores pode decidir a classificação a favor do São Paulo. "Gosto de ver o Morumbi lotado, a torcida vibrando a cada bola tirada. Com ela ao nosso lado e um bom resultado no primeiro jogo, temos tudo para conseguir a classificação", apostou o zagueiro.
12/05/2008
a Bola Pune
A bola pune
É difícil dizer quem foi o grande vencedor da primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Em matéria de futebol, o Coritiba merece a medalha de ouro. O Coxa foi crescendo ao longo do Campeonato Paranaense sempre apostando na estrela de Keirrison. Bom e ruim. E o dia que o moleque não jogar, como fazer? E se ele é vendido pelo Coritiba? A estréia contra o Palmeiras, porém, mostrou uma equipe muito além de Keirrison (que se machucou, aliás, no primeiro tempo). Vontade de sobra e um meio campo ininuante com Carlinhos Paraíba e Michel. O time de Luxemburgo precisa demonstrar bem mais ambição se quiser confirmar seu favoritismo.
No quesito gerenciamento, o lugar mais alto do pódio vai para o Internacional. Com um jogo decisivo pela Copa do Brasil contra o Sport marcado para quarta-feira, o Internacional teve a coragem para fazer a coisa certa. Colocou não a equipe reserva, mas uma formação "C" para jogar contra o Vasco diante de sua torcida. Equipe confusa, limitada, mas cheia de amor para dar. Na base do "vamo-que-vamu" levou os três pontos e ainda poupou os titulares. O Fluminense fez o mesmo contra o Galo no Mineirão e conseguiu um pontinho com gosto de três. O São Paulo não teve a mesma coragem e arriscou o que não podia arriscar contra o Grêmio. Muricy só tem dois grandes zagueiros (Miranda e Alex Silva) e escalou os dois. O técnico conta com dois atacantes com históricos de contusões musculares (Borges e Dagoberto). Escalou os dois. No meio, Hernanes é o solitário sopro de criatividade. E atuou todo o segundo tempo. O jogo tricolor do ano é quarta-feira, contra o Fluminense no Morumbi. Nesse aspecto, o São Paulo teve mais sorte do que juízo: ninguém se machucou. Mas a bola pune, como já disse um certo filósofo contemporâneo. E o Grêmio venceu o bi-campeão brasileiro por 1 x 0, três pontos que não estavam nas contas de ninguém no Olímpico.
Para Leandro Amaral, Vasco entrou "desligado"
"Nós crescemos de produção no segundo tempo e conseguimos ter mais volume de jogo. Mas entramos no jogo muito desligados. Temos de entrar com a mesma pegada da etapa final sempre, desde o início", analisou.
"Contra o Corinthians-AL, começamos do mesmo jeito, mas conseguimos reagir e vencer. É preciso entrar em campo mais ligado e atuar atento durante os 45 minutos de jogo", afirmou Leandro Amaral.
Como venceu o primeiro jogo por 5 a 1, na última quarta-feira, em São Januário, o time carioca pode perder até por três gols de diferença que avança às semifinais da competição.
"A gente tem que corrigir os defeitos e procurar melhorar em alguns aspectos. Mas o nosso segundo tempo até que foi bom", completou o atacante.
Fonte: O Dia e Jornal do Brasil.
Jogador do Vitória sofre acidente de carro
Danilo bateu com o automóvel no dia da estréia do time rubro-negro no Campeonato Brasileiro, quando o mesmo perdeu para o Cruzeiro por 2 a 0, no Barradão.
O meio-campista não foi relacionado para a partida e estava acompanhado do lateral-direito Leumir, campeão baiano pela equipe júnior, que também não sofreu ferimentos.
Fonte: Lancepress!
São Paulo não é mais aquele
Especial Brasileirão 2008: São Paulo não é mais aquele
Gazeta Press / Placar
O jogo mudou. O bicampeão começa o Brasileiro sem a mesma panca doa anos anteriores. E cedeu o posto de favorito para Palmeiras, Internacional, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro...
São Paulo (SP) - Falem o que quiserem do Campeonato Brasileiro. Que nossos estádios são precários, que tratamos o torcedor comum feito gado, que alguns gramados são uma vergonha, que marcamos jogos em horários absurdos para atender os interesses da TV, que nossos juízes interrompem demais as partidas, que nosso tribunal joga mais para a torcida. Tudo verdade. Há muito o que melhorar noCampeonato Brasileiro.
O bicampeão São Paulo tem chances de vencer pelo terceiro ano seguido, ainda que entre na competição mais atrapalhado e instável do que nos anos anteriores. Flamengo e Fluminense, pelos reforços e pelo que demonstraram na primeira fase da Libertadores, também são candidatos naturais. O Cruzeiro vai na mesma balada e chega com grandes ambições. Até aí nada de muito estranho, estamos falando de quatro dos cinco clubes que fizeram bonito na temporada
Mais impressionante em 2008 é a murchada do São Paulo. O grande campeão das últimas temporadas simplesmente não aconteceu. Menos pela eliminação do Paulistão, mais pelo que vem jogando — ou pelo que “não” vem jogando. O fato é que se Muricy não sofreu com a desarrumaçãoda defesa — seguem ali Rogério Ceni, as muralhas Miranda e Alex Silva — do meio para a frente o Tricolor preocupa. Adriano deu samba, mas a última estrofe será ouvida no apagar das luzes da Libertadores.
O São Paulo cede seu posto de favorito para dois “emergentes”. O Internacional terminou o campeonato passado em um modorrento 11° lugar, resultado pífio para quem havia sidocampeão mundial em 2006. Não chegou nem perto da zona de Libertadores, mas virou o ano com muitas sementes plantadas.
O outro claro favorito é o Palmeiras que superou alguns de seus traumas ao eliminar o São Paulo na semifinal do Campeonato Paulista. Com grandes jogadores no elenco, casos de Valdívia, Diego Souza, Henrique e Marcos, o técnico Vanderlei Luxemburgo pode sonhar com o seu sexto título nacional. Assim como o São Paulo, o Palmeiras ainda pode contar com uma importante retaguarda financeira da Traffic, empresa de marketing esportivo.
Em um patamar de favoritismo ligeiramente inferior estão Flamengo, Fluminense, Cruzeiro e até o Botafogo. A dupla Fla-Flu vem polindo suas equipes desde o final do ano passado com contratações importantes e a manutenção dos principais talentos. Fábio Luciano, Ibson e Kléberson são contratações acima da média brasileira.
Mais desafiadora ainda é a situação de Náutico, Ipatinga, Goiás, Vitória, Portuguesa e, por que não, Vasco. São quatro vagas reservadas para o rebaixamento e alguém precisa preenchêlas. Pelos elencos que apresentam e pelo que fi zeram ou deixaram de fazer nos estaduais, são clubes que tem como primeira missão se afastar da zona da degola e partir logo para o grupo dos que aspiram vagas para as competições continentais. Nada está decretado, até porque o sub-solo do Brasileirão é tão imprevisível quanto a cobertura. Quem se habilita?